Assassinando.

Quero matar essa saudade logo.

Sentir teu cheiro, teu sorriso, teu olhar.

O carinho dos teus dedos nos meus.

Te ver acordando cheio de preguiça do meu lado.

Minha saudade hoje tem teu nome.

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Carta.

Sem destinatário. Sem remetente. Sem um mísero nome pra identificar.

Quem não queria expor o coração ao sol agora acha que um pouco de vitamina D faria muito bem. Pra espantar o mofo, pra dar brilho, pra ter vida.

Sem pensar em nexo se despiu. Do medo, da vergonha, do pudor. Abriu o peito pra mostrar pro mundo o que havia ali dentro.

Mas com o nome do destinatário ainda quer fazer mistério.